Por que São Paulo não se transforma na metrópole fantástica do século XXI?

Por que São Paulo não se transforma na metrópole fantástica do século XXI?

A maior parte de nós tem acompanhado, o mais próximo possível, a atuação dos últimos prefeitos de São Paulo. Assim foi com Maluf, Pitta, Marta, Serra, Kassab e Haddad, e agora o Dória. O que temos constatado com todas as suas propostas de “mudanças” e inovações, é que nossa cidade, nossa esplêndida urbe, continua sofrendo com problemas simples como buracos nas calçadas, iluminação precária, o lixo que se esparrama, a falta de educação nos convívios sociais diversos. Temos uma área de segurança pública que não consegue se integrar e permitir ao cidadão a liberdade de estar  no espaço público, de compartilhar uma manhã calorosa ou um frescor do entardecer.

O que acontece com a nossa cidade, que tem uma arrecadação estupenda advinda de impostos como IPTU, 50 por cento do IPVA, ISS, ITBI, entre outros? Qual a ciência envolvida para, por exemplo, se decidir sobre alocação de recursos e materiais para tapar buracos e prever a adequada manutenção e zeladoria dos espaços de convívio?

No decorrer dos anos, assistimos ao desenvolvimento de diversas formas culturais e ao fortalecimento de laços da população com a cidade, e por que isso não se repete nas estruturas públicas, na gestão da cidade? Por que tudo é tão moroso e muito é ineficiente? Não contamos com servidores públicos, arquitetos, engenheiros e outros profissionais qualificados para planejar, desenvolver planilhas, projetos, etc? Ou será que são os políticos, em sua maioria dados à corrupção, que impedem a materialização das iniciativas mais adequadas e necessárias à promoção de uma acolhedora cidade?

As respostas a essas indagações estão dentro de cada um de nós cidadãos preocupados com o bem estar coletivo e com o desenvolvimento de todo o potencial da nossa cidade. Faca sua parte, participe da vida pública com amor e dedicação. Viva São Paulo!

 

Por Carlos Beutel, Roberto Sambi Colotto, Thais Brandt e Paula Gonçalves Dias.

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